sexta-feira, 12 de novembro de 2010
listas.

'
Eu e minha mania de criar listas, tenho listas do que eu gosto, do que eu não gosto, dos filmes que quero assistir, do que eu já assisti, dos livros que quero ler, dos que já li, dos lugares que eu quero ir, mais não dos que eu já fui, tenho até mesmo uma lista, de uma lista.
Um item de cada lista, para formar mais uma lista.
Picolé de Limão;
Jujuba azul;
Run Lola, run;
500 dias com ela;
Sem logo – Naomi Klein;
A sombra do vento;
Paris.
Tudo isso não necessáriamente nesta ordem.
Não me orgulho de ter tantas listas, mais eu digo que as tenho, enquanto tanta gente tem e diz que não tem. Um dia terei uma lista de listras ilustradas, e ponto final.
.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Sobre julgamentos,
Sobre isso não se fala, apenas se julga.
Quando se consulta o dicionário, sobre os muitos significados, da palavra, julgar a que mais me irrita é a 6. sentenciar (3). Tem algo mais injusto, do que “sentenciar” alguém a algo? Sentenciar seria como o Aurélio mesmo diz: 1. julgar ou condenar por meio de sentença. Agora eu me pergunto quem teria cacife suficiente para restringir uma pessoa a um julgamento? A um rotulo? Digo que não poderia haver sentença pior do que rotular alguém, resumir essa pessoa a algo, diminuir. Digo ainda que o pior do julgador seja sempre procurar o pior momento para a “restrição”, não a passado, que mude um pré-julgamento por completo. A sempre mais de uma forma de olhar uma pessoa, uma pessoa que gosta de julgar sempre vai escolher o pior momento, sempre vai olhar pelo ângulo errado, o momento do deslize, só para ter a certeza de que ninguém é perfeito. A função dos julgadores talvez seja lembrar as pessoas de que ninguém é perfeito, de que não adianta nem tentar, você sempre vai ser mal julgado, e olhando por esse ângulo, má pessoa um julgador não á de ser, mais a sempre mais de uma forma de se ver a mesma pessoa, como já foi mencionado, e um julgador tem apenas um lado positivo, e “n” lados negativos. Por isso que á apenas um julgamento do meu interesse, e esse julgamento não depende de nenhum, cordado. O julgamento que eu espero, é de alguém que eu nem sei definir, alguém que eu não vou definir, para não restringir, para não julgar, para não diminuir, para não rotular. Afinal, como julgar o próprio Deus? E por fim, não tenho cacife para isso.



