- " Gosto dos venenos mais lentos!
Das bebidas, as mais fortes!
Dos cafés mais amargos!
E os delírios mais loucos.
Você pode ate me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
E daí eu adoro voar! "
terça-feira, 26 de maio de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
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Somos uma geração sem grande peso na história,
sem propósito ou lugar.
Não temos uma Guerra Mundial,
não temos a Grande Depressão,
nossa Guerra é a espiritual.
Nossa Depressão são nossas vidas.
Fomos criados através da TV
para acreditar que um dia seriamos
milionários e estrelas de cinema.
Mas não somos.
Aos poucos tomamos consciência do fato,
e ficamos muito, muito putos.
Tyler Durden – Clube da Luta
sexta-feira, 6 de março de 2009
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Ps: Depois termino a anterior ;-)
Dick Barry de Souza Pereira
Dimercindo Barros, mais conhecido como Dick Barry, por quê? Segundo ele não existe em português, palavras bonitas como Dick e Barry.
Dick tem 32 anos, ele ainda mora com sua mãe Dona Cleide, uma senhora muito simpática que trata seu filho como se ele ainda tivesse 12 anos.
Dick perdeu seu pai quando tinha apenas 14 anos, seu pai era um velho sargento aposentado, que sonhava que o filho se tornasse um doutor, ou que seguisse a carreira militar, fala serio! O Dick sargento? Talvez seja por isso que seu pai morreu de infarto...
Talvez seu lado metaleiro tenha tornado Dick um eterno adolescente, um cara despreocupado, desligado totalmente do que acontece no mundo, resumindo: “um vagabundo, nem aí para nada...”.
Dick toca guitarra em uma banda de Heavy Metal chamada, “I love Madona” bom o nome da banda é esse, por motivo desconhecido, ou que Dick não revela nem sobre martírio, talvez tenha surgido em sua mente enquanto ele tragava um baseado. Sua banda faz muito sucesso, ele toca em churrascos, casamentos, aniversários, bailes... Mais Dick não vive apenas dos lucros que a banda lhes proporciona, claro que não, Dick recebe uma pensão bem gorda todo mês por parte do seu pai, alem de ser aposentado, é Dick é aposentado! Como se pode ver na gravura dele, ele não tem um dos dedos, (em breve a historia...).
Ele namora com uma garota que se chama Natasha, quer dizer o nome dela na real é Natalia, mais ela acha Natasha muito mais estile. Ela tem cabelo verde e uma tatuagem no pescoço. (isso me lembra vagamente uma canção... :T)
Por ser muito popular em sua cidade de 520 habitantes, Dick foi convidado a dá uma entrevista em uma radio local, pra falar sobre sua banda e sobre ele mesmo.
Radialista pergunta:
Porque o nome da banda é “I love Madona”?
Por que? Sabe que eu não sei! Nunca parei pra pensar sobre isso...
(e fica com uma cara pensativa olhando na direção do teto, por longos 15 min).
É verdade que você tem uma tatuagem com o nome da banda?
É, tenho?
Onde?
Dick mostra a tatuagem ao radialista.
o silencio paira no ar...
E por algum motivo a radio sai do ar...
Momentos depois um cara, que não é o radialista fala:
“Desculpa ouvintes mais por motivos de força maior a radio sairá do ar por tempo indeterminado”...
No outro dia, o bafafá rola solto na cidade o que Dick fez?
Essa pergunta lhes foi feita e ele apenas respondeu:
Eu mostrei minha tatu, somente!
E o radialista?
Foi internado no manicômio mais próximo da pequena cidade, com um caso raro de ataque de pânico.
O que teria de mais na Tatu de Dick?
Onde ela estaria localizada?
Como ele perdeu um dedo?
Quem matou Odete Rotma?
To be Continued...
quarta-feira, 20 de agosto de 2008

O real sentido da vida...
Volta e meia me pergunto: Qual seria a real sentido da vida? Quando pirralha aprendi na escola que a gente: nasce, cresce, reproduz e morre. E me questionava se viver à vida era apenas fazer isso.
Esse questionamento não é nenhuma novidade, já que faz parte da consciência humana, se questionar sobre qual é a sua função nesse planeta, os que não encontrão a resposta e desistem de procurar e dizem que: “Há! Seja lá o que Deus quiser”, outros “Contribuir para o crescimento do meu país (esse personagem não existe, mencionado apenas por falta de algo melhor!)”. São muitas perguntas, poucas respostas... Mas um dia desses vi em algum lugar (hum... não lembro!) que afirma que o real sentido da vida seja encontra sua alma gêmea (ahh deve ter sido em algum tipo de conto, novela, ficção...) uma teoria estranha, mais tem fundamento e é o que importa, afinal, acaba por torna a historia mesmo que “melosa” interessante, embora seja de conteúdo suspeito (Afinal quem da alguma credibilidade a novela?).
A teoria afirmava que segundo a mitologia grega que o real sentido da vida, tem inicio em uma lenda. Segundo essa lenda: Em um momento de fúria dos deuses grego, (não recordo nome) atirou raios (raios?! Zeus?!) na direção da terra atingindo assim seus súditos, que ao serem atingindo se partiam em duas partes, no caso o masculino e o feminino (ying e yang) para lados completamente opostos (e distantes, muito distantes) levando assim uma parte a buscar a outra, para por fim tornar-se completo (a). E quando esse encontro acontece pessoas que antes se sentiam “completas” vêem que são na real metade, e é nesse momento que os muitos momentos de vazio são explicados.
Mais como saber que é a pessoa certa? Segundo o livro Brida de Paulo Coelho, você vai ver uma luz brilhante sobre o ombro esquerdo da pessoa (Sei... depois vai começar a chover flores e fadinhas verdes surgirão (ops! Esse é o suposto efeito do Absinto) cantarolando: “-You Are So Beautiful”. Bom pulando a parte da viajem do bruxo, escritor( e viajado, no sentido literal da palavra) Paulo Coelho, dizem que a sensação é de borboletas no estômago (Putz! By J.K Rowling). Mas talvez o velho e bom frio na barriga, ainda seja valido, o suor frio, pernas bambas, mão gelada, falta de palavras... Pode não ser esses os sintomas da paixonite, talvez esses sejam apenas sintomas de que você tá mal, precisando urgentemente de uma consulta medica, ou seja, apenas algo que você comeu e que não caiu muito bem (hauhauhauhau).
Talvez eu esteja enganada e ninguém pense nesse tal sentido da vida, ou que fingem não pensar, talvez também eu estivesse apenas procurando um pretexto, ou um tema para fazer um texto e atualizar esse blog, mesmo sabendo que ninguém lê, embora a media de visitas diária seja 5, talvez 5 pessoas enganadas acessem esse blog... Estranho, então se você lê se manifeste embora sua opinião não vá fazer nenhuma diferença, nem mudar meu modo de escrever, nem me deprimir, afinal, você não é Monteiro Lobato e nem eu sou Anita Mafanti.
